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    Precisamos falar sobre autismo na nova resenha sobre a série Atypical!

    24 de agosto de 2017

    Inhai gente linda, td bem? Como prometido, no post de hoje vocês vão ler um pouquinho sobre minha opinião sobre a nova série da Netflix, Atypical estrelada por Keir Gilchrist e que trata com leveza o autismo. Bem, eu não tinha visto o trailer do seriado, nem li nenhum resenha e nenhum notícia sobre para ter meus sentidos todos apurados para o roteiro e como o autismo seria retratado.

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    Bem, Atypical conta a história de Sam (Keir Gilchrist), um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência. Nesta jornada, repleta de desafios, mas que rende algumas risadas, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem que o significado de “ser um pessoa normal” não é tão óbvio assim.

    Logo no primeiro episódio já é possível levar um choque de como parecido Sam é com o Sheldon, sério gente, parece uma versão de ensino médio do personagem de The Big Bang Theory, mas ao decorrer da história você consegue ver certas diferenças entre um e outro. Primeiro que o Sheldon é mimado, sim, tem que ser do jeito que ele é e ponto, ao passo que Sam tem comportamentos que ele tenta mudar, ele tem a mania de falar sobre Pinguins quando está nervoso por conta de sua doença, mas ele tenta se desafiar e evitar seus hábitos. Fica claro que Sheldon não faz certas coisas ou tem certos comportamentos porque quer, ao contrário de Sam de precisa ter seus hábitos para não ter uma crise.

    Em atypical, a gente observa que o roteiro trata de forma leve o autismo, a falta de filtros de Sam e os problemas familiares. Sam tem 18 anos e nunca teve experiencia amorosa, ele traça planos e metas para atingir seu objetivo tentando expressar seus desejos íntimos. A irmã caçula, Casey é invisível para a mãe, Elsa que superprotege Sam e esquece de tudo a sua volta, inclusive seu marido Doug que é mais ligado a filha por conta da corrida que ao Sam. Além de todos esses confrontos familiares, ainda tem o Sam tentando ser dependente, Casey tentando conciliar a vida acadêmica, amorosa e o fato de cuidar do irmão, Elsa que tem que conciliar o fato de superar que os filhos cresceram, que o marido precisa dela, que existe vida mesmo sendo mãe e esposa e um caso extra conjugal e Doug que tem aos poucos entra em conflito com sua filha e fica mais próximo de Sam.

    Na série o autismo é tratado como dentro do espectro e sinceramente não sei se na vida real também é chamado assim, quem souber, deixa aqui embaixo. Em um dos episódios, Sam até comenta que quer ser normal e logo em seguida é rebatido com a pergunta: Quem é normal? Além de todos os problemas, os roteiristas mostram que hoje em dia ser ou não normal é irrelevante, até porque o que pode ser normal para mim, pode não ser para você e tá tudo bem. Por tudo isso que Atypical representa e defende, eu me apaixonei, sério mesmo. É uma série que ser for cancelada vai deixar de discutir assuntos importantes para a nossa sociedade.

    Já falei muito do roteiro do seriado, agora vamos a construção dos personagens? Assim como em Punho de Ferro, destaco dois personagens que cresceram e amadureceram muito ao longo da história: Doug (pai) e o próprio Sam. Não que a família inteira não tenha crescido, mas o Doug aprendeu a falar a mesma linguagem que o filho e o Sam, bem, aprendeu a se relacionar com outras pessoas e com a namorada, ele conseguiu tomar as rédeas da própria vida. A fotografia está boa, não está aquela coisa excepcional, mas dou destaque as cenas de corrida da Casey, amei a locação. A trilha sonora, bem, não preciso nem ficar falando muito, simplesmente PERFEITA.

    Dito tudo isso, estou muito feliz de ter visto Atypical, especialmente sem nem saber do que se tratava. Ficou claro que apesar de ser uma comédia, a série traz alguns pontos dramáticos importantíssimos para se questionar, sabe. Alguém aqui concorda ou discorda de mim? Deixa aqui sua opinião!

    Um beijo dessa que vos escreve,

    assinatura Natty Wilde

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