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  • The Big Bang Theory:

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Sinopse: Quando todo o esquadrão de nerds está reunido, vira bagunça. Os físicos Leonard e Sheldon compreendem tudo no universo, desde a tremenda força gravitacional que emana de um buraco negro até a intrincada estrutura de um átomo. Mas pegue vários átomos e os reúna sob a forma de uma mulher e toda a compreensão vai por água abaixo.

Temporadas: 11

Episódios: Primeira temporada com 18 episódios; segunda e terceira com 23 e a partir da quarta temporada, 24.

Opinião: É muito fácil se apaixonar pelo Sheldon e pela Penny, meus personagens preferidos! Além de mostrar a realidade dos nerds e geeks, a série mostra que pessoas com características diferentes podem ser amigas.

  • The Bold Type:

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Sinopse: Série baseada na vida da editora da revista Cosmopolitan, Joanna Coles. Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

Temporadas: 1

Episódios: ainda em andamento

Opinião: Eu tenho gostado bastante da construção das personagens e da trilha sonora. É tipo uma versão mais cosmopolita de Sex In The City e até agora tenho gostado muito da mistura de amor, sexo, confusão, jornalismo, revista, moda e redes sociais.

  • The Fosters:

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Sinopse: Criada por Bradley Bredweg e Peter Paige, a história gira em torno de uma família formada por duas mães que cuidam de filhos biológicos e adotados. No elenco estão Teri Polo, Sherri Saum, Danny Nucci, Maia Mitchell, Hayden Byerly, Jake T. Austin e Cierra Ramirez.

Temporadas: 5

Episódios: 21 episódios até a terceira temporada e 20 na quarta.

Opinião: Acho que o que me encantou nessa série é que ela retrata a nova família, que passa por problemas reais, que brigam, discutem, conversam e acham um jeito de resolver. Não é aquele mesmo mimimi adolescente que a gente está acostumado a ver em outras séries como por exemplo em Faking it. E o mellhor de tudo isso: tudo é tratado com a maior naturalidade, como por exemplo a adoção de gemeos, adoção de adolescentes, casal de lésbicas, tolerância racial. Seria tão bom se no mundo real questões como essas fossem tratadas assim!!!

  • The Girlfriend Experience :

The-Girlfriend-Experience

Sinopse: Uma garota de programa de luxo oferece como serviço uma “experiência de namorada”, sendo uma espécie de namorada de aluguel, onde oferece ao cliente algo bem mais profundo do que apenas sexo. Ela oferece uma relação mais próxima de um relacionamento amoroso.

Temporadas: 2

Episódios: 13

Opinião: Bem, contando já são 3 séries sobre garotas de programa, haha, parece fixação, mas não é não. A graça de ver um seriado é admirar o andamento do roteiro, o desabrochar dos personagens e quanto aquela trama vai ser importante na sua vida de algum jeito. E esse é o caso com Girlfriend Experience, porque mostra até onde a blbla vai para conseguir o que quer e até onde vai a mentira de quem contra os seus serviços. É intrigante e não ofende o telespectador com nudez desnecessária.

  • The Originals:

The Originals

Sinopse: A série gira em torno da primeira família de vampiros que vive no bairro francês de New Orleans. Retornando à cidade após séculos afastado, Klaus Mikaelson (Joseph Morgan), híbrido de vampiro e lobisomen, se reúne com o maléfico Marcel (Charles Michael Davis), seu antigo protegido. No elenco também estão Phoebe Tonkin, Daniel Gillies, Claire Holt, Daniella Pineda,Danielle Campbell e Leah Pipes.

Temporadas: 5

Episódios:  até a terceira temporada são 23 episódios, a quarta teve 13.

Opinião: É legal, muitos dos episódios são bem chatinhos. A trama tinha dado uma caída, mas voltou com tudo com a filha de Klaus 5 anos mais velha. O.B.S: A trilha sonora é ótimaaaa…

  • The Royals:

The Royals

Sinopse: Série inspirada em Hamlet, de Willian Shakespeare, a história gira em torno de uma fictícia família da realeza britânica e a forma como ela se relaciona com o mundo das celebridades, corrompido pelo poder e pelo dinheiro. Depois que o Príncipe Robert, um monarca amado pelo povo, é acidentalmente morto durante seu treinamento militar, seu irmão, Príncipe Liam (William Moseley) se torna o próximo na linha de sucessão. Liam é apaixonado pela americana Ophelia (Haley Lo Richardson), filha do chefe de segurança da família real. Estudante de arte e história, Ophelia ajuda Liam a lidar com a perda do irmão e com o fato de que agora ele é o novo Rei da Inglaterra. A relação de Ophelia com seu filho não agrada a Rainha Helena (Elizabeth Hurley). Ainda tentando lidar com a morte do filho, e passando por problemas em seu casamento com Simon (Vincent Regan), ela tenta impedir que o relacionamento de Liam e Ophelia se torne sério. Helena também é mãe da Princesa Eleanor (Alexandra Park), uma jovem que adora uma festa e desperta o interesse de Jasper (Tom Austen, de Jo), um dos guardas de segurança do Palácio. No elenco também estão Jim Piddock (Family Tree), como Truman, mordomo da família real; Jake Maskall, Ukweli Roache Oliver Milburn.

Temporadas: 4

Episódios: 10

Opinião: Por favor, amo séries britânicas, adoro os bastidores da história real e mesmo que seja fictícia, estou gostando bastante. Logo no primeiro episódio, pude identificar traços de Skins na personagem Eleanor.

  • The White Princess:

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Sinopse: Ao fim da Guerra das Rosas, a princesa Elizabeth, da casa de York, é oferecida em matrimônio a Henry, da casa rival de Tudor, para que a paz possa retornar ao país. Porém o casamento não vai bem, pois chega aos ouvidos da princesa que Richard, seu irmão perdido, está conspirando para tomar o poder e reclamar o trono ao qual diz ter direito.

Temporadas: 2

Episódios: A primeira teve 8 episódios.

Opinião: Tenho uma queda por séries históricas, especialmente quando se trata da história do Reino Unido, tanto que vi até o documentário chamado The Real White Queen. A série retrata bem como a Elizabeth se sentiu dividida entre o amor da mãe, da família e da sua casa com o amor por seu marido, Henry, pai de seus filhos. Tem muita coisa da série que é baseada em fatos históricos, o figurino é perfeito, o roteiro e a construção dos personagens. Gosto muito da escolha dos atores, da forma como Henry se vê atormentado e desesperado para que seus súditos o respeitem e o amem. A única coisa que me incomodou um pouco foi a mãe do Henry, a Margarida Beaufort que é uma pentelha, haha. Fico me perguntando se ela era assim na vida real.

  • The Good Doctor:

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Sinope: Um jovem cirurgião diagnosticado com savantismo, um distúrbio psíquico raro, é recrutado para trabalhar na ala pedriátrica de um hospital de prestígio. Apesar do seu incrível conhecimento na área da medicina, esse médico não consegue se relacionar com o mundo à sua volta. Resta saber se esta dificuldade será um problema na hora de salvar vidas.

Temporadas: 1

Episódios: em andamento

Opinião: Depois que House acabou, me senti meio órfã de séries médicas e mesmo assistindo Chicago Med, não acho que seja a mesma altura. Mas desde que The Good Doctor estreou, eu senti que a fotografia, o roteiro e a arte são bem parecidas com House, até que descobri que ambas as séries são produzidas por David Shore, então até agora tenho gostado muito do que tenho visto.

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