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Muito Girl Power nesse Top 5 Séries Feministas!

6 de Fevereiro de 2018

Inhai, gente linda, tudo bem? Vocês sabem que eu sou feminista e que eu gosto sempre de explicar um pouco mais sobre o movimento, sobre essa luta que ainda nos dias de hoje é muito importante. Já fiz um post explicando um pouco sobra a história do feminismo e um outro post falando um pouco sobre as vertentes… Não lembram? Vou deixar linkado aqui para vocês caso se interessem. E no post de hoje não podia ser diferente, né? O primeiro TOP 5 do ano tinha que ser sobre séries feministas!!! É muito empoderamento junto! Vem comigo!

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Antes, de ver o vídeo, vale lembrar que o feminismo não está aqui para acabar com os homens, não está aqui para transformar mulheres em lésbicas de óculos com os sovacos peludos. Pelo contrário, o feminismo existe para que as mulheres tenha direito de escolha. Direito de escolher te sim o sovaco cabeludo ou lisinho como o meu, existe para que mulheres saiam de casa para trabalhar, para ser independente. O feminismo existe para que a mulher tenha os mesmos direitos que os homens. Afinal, perante a lei somos todos iguais. Sem mais delongas, vamos a lista?

Sobre:

  • Chewing Gum – Criada por uma família conservadora, Tracey Gordon (Michaela Coel) vê a chance de realizar seu sonho de explorar o mundo quando vai morar sozinha. O primeiro passo para viver novas experiências é perder a virgindade.
  • Orange Is The New Black – Piper Chapman (Taylor Schilling) é uma mulher por volta de seus 30 anos que é sentenciada a 15 meses de prisão após ter cometido crimes para sua ex-namorada, a traficante Alex (Laura Prepon) — que não vê há mais de uma década. Piper troca a sua vida confortável de Nova York, com o noivo Larry (Jason Biggs), pelo macacão laranja, e cumpre sua sentença na Penitenciária Feminina de Litchfield. Para sobreviver, ela precisa aprender a conviver com as outras detentas, como Red (Kate Mulgrew), Nicky (Natasha Lyonne), Taystee (Danielle Brooks) e Crazy Eyes (Uzo Aduba). O que Piper não espera é encontrar a ex cumprindo pena no mesmo lugar.
  • The Bold Type – Três amigas se unem para conquistar o sucesso em Nova York, batalhando para fazer seus sonhos resistirem ás realidades da vida, e, quando têm um tempo livre, procurando o amor verdadeiro. Jane (Katie Stevens) foi recentemente promovida a redatora da Scarlet Magazine, um periódico renomado focado em estilo de vida. Mesmo sendo tão apaixonada pelo que faz e determinada a ter sucesso, Jane por vezes hesita perante os desafios da vida na cidade grande. Por sorte ela conta com a ajuda da amiga Kat (Aisha Dee), a diretora de mídia social da empresa, que é destemida e ousada. Sutton (Meghann Fahy) é a última das três a ocupar o cargo de assistente, mesmo sempre trabalhando até a exaustão. Pelo menos o trabalho lhe distrai do segredo que precisa esconder das amigas. As três trabalham sob a guarda da editora chefe Jacqueline (Melora Hardin), que comanda a revista equilibrando dureza e cuidado com suas subordinadas. Elas dividem a redação com Alex (Matt Ward), que só aceitou o emprego depois de perder a vaga dos sonhos em outra publicação, e Richard (Sam Page), um membro do conselho diretor e advogado da revista – e conquistador.
  • Big Little Lies – Conta a história de três mães que se aproximam quando seus filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Até então, elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam levam as três a extremos como assassinato e subversão.
  • The Handmaid’s Tale – Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção catolica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

Vale lembrar: Feminismo não é sobre ser MAIS que um HOMEMÉ sobre SER IGUAL A UM HOMEM! Espero que vocês tenham gostado!

Um beijo dessa que vos escreve,

assinatura Natty Wilde

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