Séries

Resenha super sincera sobre Punho de Ferro!

4 de abril de 2017

Inhai gente linda, tudo bem? Como o próprio título já diz, o post de hoje vai ser uma resenha super sincera sobre a série original da Netflix em parceria com a Marvel, Punho de Ferro. Não que eu não seja sincera com vocês aqui, haha… É mais no sentido de: eu nunca tinha ouvido falar em Iron Fist se não fosse pela própria Netflix. Eu gosto muito de quadrinhos, leio alguns e a grande maioria dos que leio viraram filmes e/ou séries, mas se não fosse pela empresa de streaming diva eu não saberia quem é esse personagem super rico.

Eu não quis ler nenhuma resenha nem muito menos baixar algum quadrinho de Punho de Ferro porque queria ter a mente aberta para assistir a série e fazer pra vocês uma resenha mais completa do ponto de vista de quem nunca tinha ouvido falar nesse boy do punho amarelo, hahah… Mas vamos do começo, né? A história foca em Danny Rand, um homem que ficou desaparecido e já tinha sido dado como morto num acidente de avião juntamente com seus pais a caminho da China. Bem, o avião cai no Himalaia e somente o menino de  anos sobrevive sendo resgatado por dois monges chamados Chodak e Toshi que pertencem à Ordem da Crane Mother. Em K’un-Lun uma das cidades celestiais, Danny é treinado e depois vááários testes e combates se torna o Punho de Ferro, defensor de K’un-Lun. Mas desiste de ser esse tal defensor para ir atrás de sua família, desocbrir o por quê da quadra do avião e se reconectar com seus amigos, Joy e Ward Meachum, que ele considera família. Ao longo dos episódios, a gente vai vendo que a única família que ele pode contar é ele mesmo. Bem, de forma resumida, deu pra entender quem é esse personagem, né? Não? Então dá uma olhada nesse trailer:

Somente depois de assistir a série que já está disponível na Netflix, é que decidi pesquisar mais sobre esse super herói místico. Nos quadrinhos ele entra para a nova turma de avengers, os Novos Vingadores depois da Guerra Civil e se junta a Luke Cage, Homem-Aranha, Miss Marvel e Doutor Estranho. Alias, ele também faz parte do grupo chamado Os Defensores junto com Jéssica Jones que já começou a gravar sua segunda temporada essa semana, O Demolidor e Luke Cage que vai ganhar série própria com estreia prevista para o segundo semestre de 2017.

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Agora que vocês já entenderam porque o post está super sincero, haha, vamos a resenha? Eu gostei muito do primeiro episódio porque apresenta de forma bem rápida quem é o personagem, como é seu comportamento e como seu temperamento vai interagir com outros personagens. Comecei a achar o ritmo mais lendo entre o segundo e o quarto episódio. Mas nada que me fizesse ir pulando ou simplesmente abandonar como fiz com Luke Cage (me julguem!). Mas a partir do quinto capítulo, a gente começa a ter uma maior movimentação de cenas, de personagens e já dá pra julgar quem é quem ali. O roteiro, de longe é bem melhor que de seu companheiro defensor, haha. Falo mesmo.

Pra mim, o melhor personagem de Punho de Ferro não foi nem o Danny, embora tenha gostado muito desse novo herói, pra mim quem mais me cativou e me fez entender o motivo de ser do jeito que é e do jeito que se comporta é o Ward. Sério, gente, fica nítido logo no início que tudo o que ele quer é a aprovação do pai, Harold, que só sabe lhe usar como capacho. Alias, Harold começa a série como bode expiatório do grupo A Mão liderado pela Madame Gao que aparece nas duas temporadas de O Demolidor, mas logo depois vai mostrando suas manguinhas para se livrar do grupo, manipulando os filhos, o Danny e o novo líder da organização, Bakuto. Mas quem ri por último ri melhor, não é mesmo, fofo? Assistam até o fim! Mas voltando ao Ward, cena após cena você vai vendo as camadas do personagem cair e ao fim da série você vê um Ward pelado, não no sentido literal, mas no sentido comportamental, você consegue sentir seus medos, suas angústias, seus crescimentos e o motivo para cada ação que ele toma ao longo do seriado. Melhor personagem! Sério! Sabe porque? Ele começou arrogante e foi passando por todos os estágios do amadurecimento, você vê ele com medo, com dor, com raiva até que BOOOM… O personagem cresce. Já sua irmã Joy, a gente vê o movimento contrário, ela começa doce, inocente e disposta a acreditar nas pessoas e depois se torna amarga, manipuladora e vingativa, o que foi ótimo pois já deu um ganho para uma possível segunda temporada.

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Bem, já disse como foi o ritmo da série, como são os principais personagens, já disse do que gostei, agora vamos aos pontos negativos. Quer dizer, são dois, um que pude perceber assistindo episódio por episódio e outro que só pude notar depois de assistir tudo e pesquisar mais a respeito. Vamos lá?

  • Eu senti durante toda a série que o roteiro conteve o Danny… O personagem poderia ir mais longe no sentido místico, afinal ele foi treinado numa cidade que existe em outra realidade com um poder que não pode ser explicado de forma científica, afinal ele não é um inumano, não é um alienígena e nem ganhou poderes de forma tecnológica ou química como Homem de Ferro e Hulk por exemplo. Então a produção poderia ter explorado mais essa parte mística de Punho de Ferro assim como foi feito em Doutor Estranho. Não vamos negar, ambos tem treinamentos parecidos… Disse parecidos… Por isso achei que o roteiro segurou muito o personagem e olha que não conhecia seu background para achar isso. Deu pra perceber acompanhado o seriado.
  • Depois que eu assisti tudo e comecei a pesquisar sobre Danny Rand e seu poder, fiquei um pouquinho chateada da série não ter usado o uniforme… Sério, gente, meio que matou a caracterização do herói. Eu super gostei da vestimenta do Punho de Ferro e repassando algumas cenas do seriado, percebi que a produção faz uma leve alusão as cores num kimono que o personagem usa enquanto está meditando. Mas na boa, queria o uniforme… Vamos ver se a Netflix vai usar seu manto numa possível segunda temporada ou então em Os Defensores.

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No geral, super curti a série, achei bem diferente de O Demolidor e Jéssica Jones porque explorou mais a humanidade ou a falta dela dos personagens. Ah, uma cena que virou assinatura das séries da Marvel com a Netflix são cenas de lutas em corredores, hahaha… É possível ver isso tanto na primeira quanto na segunda temporada de O Demolidor quanto em Punho de Ferro. Não posso afirmar se isso aconteceu em Luke Cage porque vocês sabem, simplesmente parei de ver logo no início. Sou dessas, não gosto paro logo de ver…

Bem, eu super gostei da série e estou ansiosa para assistir Os Defensores e vocês?

Um beijo dessa que vos escreve,

assinatura Natty Wilde

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